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23
Abr

Apresentação Negócio Humangest

Apresentação RH – Humangest – Clique no Link

5
Abr

Nenhum chefe é líder

Nenhum chefe é líder, porque ser líder é ter outra dimensão como ser humano. A pessoa que aceitou exercer um cargo de chefia aceitou também a limitação de si mesmo como ser humano e a limitação de todos os que o cercam, assim com a tarefa de tratar tecnicamente de tudo. Ao chefe falta grandeza para entender e perceber que a vida não é feita apenas de certos ou errados, de brancos ou pretos, pois a sua beleza está justamente nas nuances de cores e na riqueza de suas variações.

O chefe, tal qual o conhecemos, é um técnico que se dispôs a realizar determinado trabalho por intermédio das pessoas. O líder é um ser humano que se dispôs e assumiu a realização de uma missão com as pessoas. Chefe e líder são totalmente diversos e incompatíveis, pois o líder não é o chefe melhorado, mas sim outra forma de ser, viver e se realizar.

A motivação do chefe é material, portanto, temporal; a do líder é espiritual, portanto, atemporal. O chefe quer que as coisas sejam feitas da forma certa; o líder quer que as coisas certas sejam feitas, não importando de que forma. Para o chefe, o erro é sempre um problema grave e sinónimo de custo/desperdício; para o líder, o erro é uma lição a ser muito bem aproveitada. O chefe pensa e diz “eu”; o líder pensa e diz “nós”.

Como se vê, há total incompatibilidade entre os dois papéis. O chefe olha para o ontem, quer fazer o hoje e jamais vê o amanhã; enquanto o líder olha sempre para o amanhã (o seu objectivo) para fazer o hoje e jamais vê o ontem. O que não significa em absoluto que um seja o bom (o líder) e o outro o mau (o chefe). Não há essa ideia de bom ou mau. Há, isso sim, competências diferentes, o que significa dizer que em alguns momentos o chefe é a melhor solução, e noutros a liderança é a melhor alternativa.

É claro que o exercício da liderança exige muito mais talento e competência que o da chefia. Para esta basta sentar-se na cadeira do chefe e exercer controles mecânicos, basta saber planear, organizar, coordenar, controlar e corrigir. Já para a liderança é necessário ter sensibilidade, arte, intuição e total dedicação ao colectivo. A liderança ocupa-se primeiro com o interior das pessoas, e a partir daí é que constrói a sua obra. O líder constrói e melhora pessoas.

O líder é ao mesmo tempo flexível e inflexível, algo que os tradicionais chefes que conhecemos jamais seriam capazes de ser. O líder é totalmente inflexível quanto aos fins, aos objectivos, ao que tem de ser feito, mas é totalmente flexível quanto aos meios. Afinal, tem consciência e grandeza para entender que, embora saiba muitas coisas, jamais saberá tudo, que todos os que participam da obra precisam tanto quanto ele se realizar ao fazer o trabalho e, principalmente, que todos conhecem coisas, formas e soluções que ele desconhece.

Para ser líder é preciso, além de ter nascido com talento e dom, exercitar a liderança: testar-se a si mesmo seguidamente, estudar com profundidade a natureza humana, desenvolver a sensibilidade e a intuição. O líder cativa as pessoas pelo comportamento e pela ética irrepreensíveis. Para ele não há dois pesos e duas medidas e a sua flexibilidade jamais será moral. As pessoas sentem que podem confiar plenamente nele, em qualquer circunstância, e ele nunca as desaponta.
O líder é todo ser capaz de realizar mudanças com amor e coragem, o que em absoluto significa que ele aceite ou se torne conivente com qualquer deslize ou seja o “bonzinho” da história. Não. Amor, aqui não quer dizer falta de comando. Muito pelo contrário. As pessoas sentem que ele se coloca inteiro na construção da obra colectiva e, portanto, jamais permitirá colocá-la em risco, nem que alguém a coloque.

O poder do chefe reside no cargo; o poder do líder reside nele mesmo – o que significa que para o exercício da liderança não se faz absolutamente necessário Ter cargo, basta Ser. O poder que se confere ao chefe tem sua origem na hierarquia e mete medo nas pessoas; o poder do líder é uma das armas que ele tem para atrair, aproximar e unir cada vez mais as pessoas em torno dele e do objectivo colectivo a ser atingido.

Nós estamos, infelizmente, condicionados a estudar a liderança a partir dos conceitos de chefia. Isso é um tremendo equívoco, pois não se chegará nunca ao amanhã partindo do ontem. Temos de começar a desassociar completamente os dois papéis. Não há nada de errado em ser chefe e há situações e momentos em que basta ser chefe, mas quando fazemos comparações fica sempre a sensação de que não ser líder é um defeito grave, o que não é absolutamente verdade. Seria o mesmo que dizer que para ser médica a pessoa não possa ser enfermeira. Estamos todos, mais uma vez, pagando nossos condicionamentos.
Será que liderança é a grande solução para todos os problemas e situações que se apresentam no dia-a-dia da empresa? E quando o líder dá um murro na mesa? Ele “desceu” de sua condição de líder e se tornou “apenas” chefe? Não há compatibilidade alguma entre as duas funções. Portanto, partir da comparação entre elas nos leva a permanentes equívocos.

Eis a questão: Chefe ou Líder?

Os principais estudiosos de Liderança começam a identificar nítidas diferenças entre um Chefe e um Líder. Parece oportuno, traçarmos um paralelo entre estas duas posições.

Chefiar é fazer com que as pessoas façam o que é “preciso”

Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer o que é preciso.

Os Chefes empurram Os líderes puxam
Os Chefes comandam Os líderes comunicam
Os Chefes são mestres Os líderes são maestros
Os Chefes são comandantes Os líderes são treinadores
Os Chefes são os donos da voz mais alta Os líderes dos ouvidos mais acurados
O Chefe administra O líder inova
O Chefes é uma cópia O líder é um original
O Chefe mantém O líder desenvolve
O Chefe focaliza os sistemas e a estrutura O líder inspira confiança
O Chefe pergunta “como” e “quando” O líder pergunta “o quê” e “por quê?”
O Chefe convive melhor no “status-quo” O líder desafia, muda
O Chefe é um bom soldado O líder é ele mesmo
O Chefe faz a coisa correctamente O líder faz a coisa certa
O Chefe obtém resultados através – ou apesar – das pessoas O líder desenvolve pessoas e grupos
O Chefe quer segurança e estabilidade O líder quer desafios
O Chefe procura “status” de vida O líder privilegia qualidade
Os Chefes são obedientes Os líderes contestadores
Os Chefes são fazedores Os líderes criativos
O Chefe veste a camisa da empresa Os líderes participam dos negócios da empresa

A genialidade dos líderes não está em obter conquistas pessoais, mas em libertar o talento de outras pessoas.

17
Mar

OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES HUMANAS

1º - FALE com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de “sorrisos amáveis”.

2º – SORRIA para as pessoas. Lembre-se que accionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.

3º - CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.

4º - SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.

5º - SEJA cordial. Fale e aja com toda a sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.

6º - INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que outros sabem. Seja interessado pelos outros.

7º - SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.

8º - SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro e o lado de quem está certo.

9º – PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.

10º – PROCURE apresentar um serviço de excelência. O que realmente interessa na vida é aquilo que fazemos para os outros.

28
Set

A verdadeira velhice

A idade é um capital precioso pela ciência em que transforma a experiência e a memória. A verdadeira velhice é a rotina, a desistência, a ignorância, o incultura, a ausência de sensibilidade, de capacidade de renovação. Não faltam por aí velhos com trinta anos.

28
Set

A história….

A história tende a escrever-se com cinzeladas profundas que acabam por se esbater com o tempo que passa, dissolvem-se nos minutos corrosivos, nos dias ácidos da chuva do esquecimento. Os insignificantes jamais terão direito a descerramento de placas que registam o nascimento, local onde viveram, feitos de relevância para a história da comunidade, quedar-se-ão nas memórias de quem privou com eles até que também dessas se esvaiam e terminem apenas numa esquecida placa de cemitério, sobre uma laje de mármore, com data de proveniência e de partida.

  • Sic. Luis Miguel Rocha (Escritor)
28
Set

COMPETÊNCIAS DE SOBREVIVÊNCIA NOS DIAS DE HOJE

Ser uma pessoa de muitos recursos: saber adaptar-se a mudanças e situações ambíguas, ser capaz de pensar estrategicamente e tomar decisões acertadas mediante pressão; liderar sistemas de trabalho complexos e adopar condutas flexíveis na resolução de problemas; capacidade de trabalhar eficazmente com os superiores em problemas complexos de gestão.

- Fazer o que sabe: perseverar e concentrar-se mediante obstáculos, assumir, saber o que é necessário e seguir em frente; ser capaz de trabalhar só e também aprender com os demais, em caso de necessidade.

-  Aprender depressa: dominar rapidamente novas tecnologias.

-  Ter espírito de decisão: atuar com rapidez de forma aproximativa e com precisão.

-  Gerir equipas com eficácia: delegar eficazmente, ampliar oportunidades e demonstrar justiça ante seus feitos.

-  Criar um clima propício ao desenvolvimento: ampliar os desafios e as oportunidades para criar um clima que favoreça o desenvolvimento da equipa.

-  Saber lidar com os colaboradores quando apresentam problemas: agir com decisão e equidade quando tratar colaboradores com problemas.

-  Estar orientado para o trabalho em equipa.

-  Formar uma equipa de talentos: investir no desenvolvimento do potencial de seus colaboradores, identificando e oferecendo novos desafios e responsabilidade compartilhada.

-  Estabelecer boas relações na empresa: saber como estabelecer boas relações trabalho, negociar quando houver problemas, conseguir cooperação.

-  Ter sensibilidade: demonstrar interesse pelos demais e sensibilidade ante as necessidades dos colaboradores.

-  Enfrentar os desafios com tranquilidade: apresentar uma atitude firme, contrapor com base em dados, evitar censurar os outros pelos erros cometidos, ser capaz de sair de situações constrangedoras.

-  Manter o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal: estabelecer prioridades na vida profissional e pessoal de forma harmoniosa.

-  Auto-conhecer-se: ter a ideia exacta dos seus pontos fracos e fortes e estar disposto a investir em si mesmo.

-  Apresentar bom relacionamento: manifestar-se afável e dar mostras de bom humor.

-  Actuar com flexibilidade: capacidade para adotar comportamentos que, a princípio, podem parecer opostos – exercer liderança e deixar-se liderar, opinar e aceitar opiniões dos demais, etc.

No momento em que o mercado está em crise e as empresas necessitam de maximizar resultados para sobreviver com sucesso, torna-se necessário repensar modelos de gestão e adequá-los a uma nova realidade. A gestão por competências é uma opção para formar equipas motivadas, voltadas para resultados, fortalecidas e com alto desempenho.

Contando com estas pessoas certamente a sua empresa fará a diferença no mercado.

10
Jun

Avaliação de Desempenho

A Humangest – Human Capital Management, especializou-se na Concepção, Desenvolvimento e Implementação de Sistemas de Avaliação de Desempenho para o 3º. Sector, através de parcerias/contratos com Associações Empresariais do Norte de Portugal e União das Misericórdias Portuguesas.

Neste contexto, já implementamos sistemas nas seguintes instituições:

Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Famalicão

Santa Casa da Misericórdia de Riba d’Ave

Associação Para O Desenvolvimento Integral de Lordelo (Adil)

Associação Empresarial de Amarante

AEP – Associação Empresarial de Portugal

Centro Social Paroquial de Arrifana

Santa Casa da Misericórdia de Resende

Celoplás – Plásticos para a Indústria, SA

Latino Confecções Lda (Grupo Prowork)

Lar S. João de Deus

Creche e jardim-de-Infância N.ª Sr:ª da Lapa

Lar Jorge Reis

Creche e jardim-de-Infância N.ª Sr:ª da Guia

Centro Social Paroquial de Arrifana

28
Mai

Visitem o site da minha empresa

www.humangest.pt

17
Abr

A mera sobrevivência é uma aspiração medíocre

Qualquer um pode sobreviver de uma forma ou de outra.

“A vantagem é sobreviver galantemente, é sentir a emoção intensa da maestria, não sentir apenas o odor agradável do sucesso, mas experimentar a sensação profunda da grandeza”

Theodore Levitt

7
Abr

Humangest

Fernando Fraga